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Chelsea vs Hull City
Premier League·12 Sept 2026
Full-time
Regular Season - 4
Rogers 7' Pedro 66'
Belloumi 28' Belloumi 34'
Stamford Bridge

Chelsea 2-2 Hull: Brace de Belloumi expõe preocupações defensivas de Alonso

Frederic Lumiere
Frederic Lumiere
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Chelsea 2 - 2 Hull City: Brace de Belloumi faz Chelsea pagar antes de João Pedro resgatar um ponto

Chelsea 2 - 2 Hull City, e o significado é claro: o time de Xabi Alonso teve 68% de posse, 11 escanteios, 577 passes, e ainda precisou de João Pedro para igualar o jogo no 66º minuto em Stamford Bridge no dia 12 de setembro.

O Hull veio a Londres sem derrotas, com a tabela do campeonato já dando peso real ao seu início. Eles saíram ainda invictos, agora em terceiro lugar com 8 pontos em quatro partidas. O Chelsea permanece em quarto lugar com 7 pontos, ainda na zona da Liga dos Campeões, mas com um recorde defensivo que preocupa Alonso: 9 gols sofridos em quatro jogos da liga.

Este não foi um golpe de sorte. O Hull teve apenas 32% da posse, mas teve 14 chutes contra 12 do Chelsea, e 9 chutes dentro da área contra 6 do Chelsea. Esse é o número que Alonso vai analisar primeiro.

A história do jogo

O Chelsea começou como se o negócio já estivesse feito. João Pedro forneceu a Morgan Rogers, que marcou no 7º minuto, quebrando uma defesa do Hull que havia chegado com seu recorde defensivo intacto.

Por 20 minutos, o time da casa parecia no controle. A bola circulava entre Reece James, Pedro Neto, Cole Palmer e Rogers. O Chelsea tinha território, ritmo e o gol inicial. Mas controlar a bola não é o mesmo que controlar o jogo.

Oliver McBurnie recebeu cartão amarelo no 17º minuto por uma falta, mas o Hull não perdeu a intensidade. Em vez disso, a equipe de S. Jakirović encontrou seu caminho para o jogo. Mohamed Belloumi marcou no 28º minuto, assistido por Ryan Giles. Seis minutos depois, Belloumi marcou novamente no 34º minuto, desta vez assistido por McBurnie.

Esse foi o ponto de virada. Stamford Bridge passou de confortável para ansioso. O Chelsea tinha a posse; o Hull tinha o melhor ataque.

Alonso reagiu aos 45 minutos, colocando Pep Chavarría no lugar de Jorrel Hato. O Hull então recebeu cartões amarillos para John Egan no 50º minuto e Matt Crooks no 52º minuto, ambos por faltas, enquanto o Chelsea tentava aumentar a pressão.

O gol de empate veio no 66º minuto. Cole Palmer assistiu João Pedro, que marcou o segundo gol do Chelsea. Foi o jogo do brasileiro em miniatura: uma assistência, um gol, 14 duelos, 7 ganhos, e a presença ofensiva mais clara que o Chelsea teve.

Depois disso, o Chelsea pressionou, mas o Hull sobreviveu. Valentin Barco, que entrou no lugar de Romeo Lavia no 69º minuto, recebeu cartão amarelo no 80º minuto. Tim Iroegbunam, que entrou no lugar de Crooks no 69º minuto, recebeu cartão amarelo no 88º minuto. Brooke Norton-Cuffy, que entrou no lugar de Lewie Coyle no 82º minuto, foi amarelado aos 90+6.

O Hull se curvou no final. Eles não quebraram.

Estrutura e seleções

O feed oficial das escalações não forneceu formações formais. Com base nos papéis iniciais listados nos dados da partida, o Chelsea estava efetivamente configurado como um 3-6-1 sob Xabi Alonso, enquanto o Hull City estava efetivamente organizado em um 5-4-1 sob S. Jakirović.

O Chelsea começou com: E. Martínez; J. Hato, L. Colwill, W. Fofana; M. Gusto, R. Lavia, R. James, Pedro Neto, C. Palmer, M. Rogers; João Pedro.

O Hull City começou com: K. Tzolakis; L. Coyle, J. Egan, S. Ajayi, N. Mendy, R. Giles; R. Slater, M. Crooks, E. Stroud, M. Belloumi; O. McBurnie.

A estrutura do Chelsea deu a eles números entre as linhas, mas o bloco mais profundo do Hull e os pontos de liberação diretos proporcionaram mais ameaça na área do que a divisão de posse sugeria. Belloumi foi decisivo porque ele transformou a baixa participação em danos no placar: 3 chutes, 2 no alvo, 2 gols em 60 minutos. Essa é uma eficiência de elite.

Para o Chelsea, João Pedro e Palmer mantiveram a missão de resgate viva. Palmer produziu 3 passes decisivos e a assistência para o gol no 66º minuto. Rogers marcou no 7º minuto e ganhou 7 de seus 13 duelos. Reece James completou 81 passes precisos de 86 totais e deu ao Chelsea seu ritmo, mas o ritmo não impediu que o Hull criasse oportunidades.

Números que explicam

Chelsea

  • Posse: 68%
  • Total de chutes: 12
  • Chutes ao gol: 7
  • Chutes dentro da área: 6
  • Escanteios: 11
  • Total de passes: 577
  • Passes precisos: 503
  • Defesas do goleiro: 3
  • Faltas: 7
  • Cartões amarelos: 1

Hull City

  • Posse: 32%
  • Total de chutes: 14
  • Chutes ao gol: 5
  • Chutes dentro da área: 9
  • Escanteios: 4
  • Total de passes: 265
  • Passes precisos: 186
  • Defesas do goleiro: 5
  • Faltas: 12
  • Cartões amarelos: 5

O número mais importante não é a posse. São os 9 chutes do Hull dentro da área. O Chelsea teve quase o dobro de passes, mas o Hull trouxe mais perigo direto. K. Tzolakis também teve importância, fazendo 5 defesas, enquanto E. Martínez fez 3.

Eventos do jogo

Gols

  • 7º minuto: Morgan Rogers marcou para o Chelsea, assistido por João Pedro.
  • 28º minuto: Mohamed Belloumi marcou para o Hull City, assistido por Ryan Giles.
  • 34º minuto: Mohamed Belloumi marcou para o Hull City, assistido por Oliver McBurnie.
  • 66º minuto: João Pedro marcou para o Chelsea, assistido por Cole Palmer.

Cartões

  • 17º minuto: Oliver McBurnie cartão amarelo para o Hull City.
  • 50º minuto: John Egan cartão amarelo para o Hull City.
  • 52º minuto: Matt Crooks cartão amarelo para o Hull City.
  • 80º minuto: Valentin Barco cartão amarelo para o Chelsea.
  • 88º minuto: Tim Iroegbunam cartão amarelo para o Hull City.
  • 90+6: Brooke Norton-Cuffy cartão amarelo para o Hull City.

Substituições

  • 45º minuto: Pep Chavarría entrou no lugar de Jorrel Hato, Chelsea.
  • 59º minuto: Lucas Herrington entrou no lugar de Nobel Mendy, Hull City.
  • 60º minuto: Sorba Thomas entrou no lugar de Elliot Stroud, Hull City.
  • 60º minuto: Mohamed Ali Cho entrou no lugar de Mohamed Belloumi, Hull City.
  • 69º minuto: Tim Iroegbunam entrou no lugar de Matt Crooks, Hull City.
  • 69º minuto: Valentin Barco entrou no lugar de Romeo Lavia, Chelsea.
  • 78º minuto: Danny Welbeck entrou no lugar de Malo Gusto, Chelsea.
  • 82º minuto: Robinio Vaz entrou no lugar de Oliver McBurnie, Hull City.
  • 82º minuto: Brooke Norton-Cuffy entrou no lugar de Lewie Coyle, Hull City.
  • 86º minuto: Estêvão entrou no lugar de Pedro Neto, Chelsea.
  • 86º minuto: Maxence Lacroix entrou no lugar de Wesley Fofana, Chelsea.

O que significa

O início do Hull não é mais uma curiosidade. Duas vitórias, dois empates, nenhuma derrota, terceiro lugar, 8 pontos. S. Jakirović tem um time que pode sofrer sem a bola e ainda criar o suficiente para machucar clubes maiores.

O Chelsea permanece na zona da Liga dos Campeões, mas o alerta é óbvio. Alonso tem qualidade ofensiva, e João Pedro, Palmer e Rogers lhe dão uma vantagem real. Mas 9 gols sofridos em quatro partidas da liga não é um pacote de corrida pelo título. É um problema a ser resolvido rapidamente.

O Arsenal lidera com 12 pontos, o Manchester City tem 9 em três partidas, e o Chelsea já perdeu terreno. O panorama mais amplo do fim de semana também importa: a queda do Liverpool em Liverpool 0 - 0 Fulham: Anfield para enquanto Fulham conquista seu primeiro ponto mantém a corrida apertada pelo top quatro, enquanto o preview de Leeds vs Newcastle na segunda-feira: Elland Road recebe um teste precoce da tabela pode mudar novamente o pelotão de perseguição.

O Chelsea saiu com um ponto. O Hull conquistou um. Essa distinção é importante.

Frederic Lumiere

Escrito por

Frederic Lumiere

Football journalist and analyst

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