Sunderland venceu o Chelsea por 2-1 no Stadium of Light, garantindo uma vaga na Europa League na sua primeira temporada na Premier League sob o comando de Régis Le Bris e restaurando o futebol continental em Wearside.
Le Bris manteve seu 4-2-3-1, com Trai Hume pressionando alto pela direita enquanto Enzo Le Fée flutuava para dentro. Enzo Maresca escalou o Chelsea em um 3-4-1-2 projetado para liberar Pedro Neto e João Pedro em transiçÔes, mas a intensidade do Sunderland se fez sentir ao longo das fases iniciais.
Os anfitriĂ”es abriram o placar no 25Âș minuto, quando Luke OâNien lançou um passe para Hume, que chegou pela lateral e finalizou, um gol que surgiu diretamente da pressĂŁo sustentada nos zagueiros centrais externos do Chelsea. Granit Xhaka e Noah Sadiki dominaram os duelos no meio de campo, ganhando repetidamente a posse em ĂĄreas avançadas para manter a equipe de Maresca encurralada.
Sunderland dobrou a vantagem cinco minutos apĂłs o reinĂcio. Outra onda de pressĂŁo forçou um afastamento desordenado do Chelsea e Malo Gusto desviou para o prĂłprio gol no 50Âș minuto, refletindo uma atuação que produziu 21 chutes, 16 deles dentro da ĂĄrea.
O Chelsea gerou uma resposta logo apĂłs uma mudança aos 53 minutos que viu Reece James entrar como ala. Neto armou Cole Palmer, que marcou no 56Âș minuto para diminuir a desvantagem. Mas os cartĂ”es preventivos de Wesley Fofana nos 54 e 62 minutosâseguidos de sua expulsĂŁo pelo segundo amarelo aos 62âinterromperam a reação. Quando Trevoh Chalobah substituiu Neto no 65Âș minuto, Palmer ficou como a Ășnica opção criativa contra um bloco sĂłlido do Sunderland.
Le Bris respondeu imediatamente ao substituir Nilson Angulo e Brian Brobbey por Habib Diarra e Wilson Isidor aos 61 minutos para manter as pernas contra-atacantes frescas. O Sunderland entĂŁo gerenciou as fases finais: Xhaka foi advertido no 73Âș minuto, Diarra no 81Âș, Sadiki por perda de tempo no 89Âș, e as frustraçÔes do Chelsea transbordaram com Enzo FernĂĄndez sendo advertido aos 69 minutos, JoĂŁo Pedro aos 90+7, e Palmer aos 90+11. Robin Roefs precisou de apenas duas defesas diante de uma pressĂŁo implacĂĄvel.
NĂșmeros-chave:
- Chutes no alvo â Sunderland 6, Chelsea 3
- Gols esperados â Sunderland 1.94, Chelsea 0.90
- Posse de bola â Chelsea 55 por cento, Sunderland 45 por cento
O Sunderland termina em sĂ©timo, garantindo futebol da Europa League em torno do plano de pressĂŁo alta de Le Bris. O Chelsea encerra a campanha em 10Âș e fora da Europa mais uma vez, deixando Maresca com trabalho no verĂŁo em disciplina defensiva e equilĂbrio geral do elenco.







